Vereadores Everaldo Fogaça (PSD), Pedro Geovar (UP) e Breno Mendes (AVANTE)
Com a aprovação, os vereadores Everaldo Fogaça (PSD), Breno Mendes (Avante) e Pedro Geovar (UP) passam a integrar a comissão, que já conta com os parlamentares Zé Paroca (Avante), Dr. Santana (PRD), Wanoel Martins (PSD), Marcos Combate (Agir), Edmilson Dourado (União), Adriano Gomes (PRTB), Fernando Silva (Republicanos), Doutor Gílber (PL), Nilton Souza (PSDB) e o presidente da comissão, Thiago Tezzari (PSDB).
Um dos principais pontos levantados pelos vereadores é a capacidade da Amazon Fort em executar o contrato emergencial, já que o valor mensal firmado é quase R$ 3 milhões menor do que o contrato atual com a Marquise. Para eles, há dúvidas se a empresa terá estrutura suficiente para atender todas as demandas de Porto Velho.
Atualmente, a Marquise realiza a coleta de lixo sem grandes reclamações da população, incluindo áreas de difícil acesso como os distritos ribeirinhos do Baixo Madeira e a região da Ponta do Abunã. Os parlamentares questionam se a Amazon Fort terá condições de manter o mesmo nível de atendimento.Como exemplo, lembraram do episódio ocorrido em Candeias do Jamari, onde moradores protestaram contra a empresa, acumulando lixo em frente à Prefeitura e à Câmara Municipal.
Fiscalização reforçada
Diante dessas preocupações, a Mesa Diretora decidiu ampliar a comissão de transição, garantindo que os vereadores tenham mais ferramentas para fiscalizar e cobrar a qualidade do serviço. A expectativa é que ainda nesta semana seja apresentado o plano de trabalho da comissão, detalhando como será feito o acompanhamento da coleta de lixo durante o período de transição.A decisão reflete o compromisso da Câmara Municipal em assegurar que a população de Porto Velho não sofra com falhas na coleta de resíduos, serviço essencial para saúde pública e qualidade de vida.

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